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Suspeito morde e arranca pedaço de orelha de GCM de Mogi das Cruzes durante abordagem

Agente perdeu parte de orelha durante ocorrência em Mogi das Cruzes (Foto: Associação dos GCMs de Mogi das Cruzes/Divulgação)
Um guarda municipal de Mogi das Cruzes ficou sem um pedaço da orelha e com o dedo ferido depois da mordida de um ajudante, de 28 anos, que foi abordado em uma praça da cidade. O caso foi registrado como lesão corporal de natureza gravíssima, resistência e desacato no 2º Distrito Policial.
De acordo com o boletim de ocorrência, um guarda municipal de 52 anos foi abordar o ajudante na Praça da Juventude, no Jardim Layr, no final da tarde de sábado (22). O guarda disse que o rapaz o chamava de 'guardinha' e que quando se aproximou, pedindo que o jovem o respeitasse, o rapaz apontou o dedo na direção de seu rosto.
Um outro guarda, de 32 anos, foi dar apoio ao colega e disse que o ajudante estava exaltado e agressivo. Ele tentou um diálogo, porém afirmou que o ajudante mordeu seu dedo e depois a sua orelha. Segundo o guarda, o ajudante arrancou um pedaço da sua orelha com a mordida e seu dedo ficou gravemente ferido com a agressão. O outro guarda, de 52 anos, sofreu escoriações na mão e no rosto em virtude das agressões.
Outros guardas chegaram e contiveram o indiciado para abordá-lo. Ele foi detido e algemado para evitar fuga, segundo os guardas. As vítimas foram encaminhadas para UPA da Porteira Preta onde receberam tramento médico.Depois todos foram para a delegacia. No 2º DP, o ajudante confirmou que chamou o primeiro guarda municipal de 'guardinha', mas que não fez isso com a intenção de ofender.
Segundo o suspeito, depois ele parabenizou o guarda pelo trabalho e pediu desculpas por chamá-lo assim. Ele explicou que resistiu a abordagem do guarda porque o colocaram contra a parede e usaram spray de pimenta em seu rosto. Nesse momento tentaram segurá-lo e ele mordeu a orelha e o dedo do outro guarda. No boletim consta que foi decretada a prisão em flagrante do suspeito não sendo possível arbitrar fiança porque a pena máxima dos crimes ultrapassa os quatro anos. Ele foi encaminhado para a cadeia.
A advogada do suspeito Letícia Pereira informou que "seu cliente foi preso após reagir a uma interpretação equivocada do GCM o qual o mesmo parabenizava os profissionais pelo seu trabalho. A atitude foi recebida como 'vexatória', iniciando uma discussão levando ao ocorrido". Segundo a advogada, já foi providenciada a soltura do cliente.
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