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Menina de 12 anos vítima de estupro coletivo no Rio entra para programa de proteção

 Menor é levada pela delegada responsável pelo caso (Foto: Alba Valéria Mendonça/ G1)
A família da adolescente de 12 anos que foi vítima de um estupro coletivo no último dia 30, na Baixada Fluminense, aceitou entrar no Programa de Proteção a Crianças e Adolescentes Ameaçados de Morte (PPCAM), segundo a Secretaria de Estado de Direitos Humanos e Políticas para Mulheres e Idosos.
O programa foi oferecido à família da vítima nesta segunda-feira (8) quando ela e seus parentes foram ouvidos na Delegacia da Criança e Adolescente Vítima (Dcav). A menina será encaminhada para um local sigiloso onde será fornecida à família assistência jurídica, social e psicológica.
A adolescente chegou à Delegacia da Criança e do Adolescente Vitima (DCAV) acompanhada de uma tia, na manhã desta segunda-feira (8) e foi levada para o Centro de Atendimento do Adolescente e da Criança (Caac), no Hospital Souza Aguiar, no Centro do Rio, para fazer exame de corpo de delito e prestar depoimento, que será gravado e posteriormente anexado ao processo, como explicou o delegado assistente Rodrigo Moreira.
Moreira disse também que nesta segunda-feira a policia pediu o congelamento das páginas de dois grupos fechados em redes sociais, que exibem imagens do estupro. Também estão sendo investigadas dezenas de pessoas que ofereceram o vídeo, por outra rede social.
"Já identificamos quatro pessoas pelos apelidos que aparecem na gravação e estamos investigando a participação de mais gente. O áudio tem muitas vozes", disse o delegado, informando ainda que a DCAV está trabalhando junto com a Delegacia de Repressão a Crimes de Informática (DRCI). Parentes da jovem também serão ouvidos no inquérito.
Moreira afirmou também está sendo estudada uma forma de proteção à vitima. "Estamos vendo se ela será colocada num programa de proteção, se a família se encaixa nos requisitos para ser incluída no programa", disse o delegado.
De acordo com a delegada Juliana, pelas imagens é possível afirmar ainda que há adultos e menores de idade entre os autores do estupro.
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