Juiz determina que Eike pague fiança de R$ 52 milhões ou volte à prisão - Camaçari Aquitem - O seu portal de notícias de Camaçari

Juiz determina que Eike pague fiança de R$ 52 milhões ou volte à prisão

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O juiz federal Marcelo Bretas, da 7ª Vara Federal Criminal do Rio, decidiu nesta terça-feira (2) estabelecer fiança de R$ 52 milhões para o empresário Eike Batista continuar em prisão domiciliar. O pagamento deve ocorrer em até cinco dias úteis ou o empresário terá que voltar ao sistema carcerário.
O fundador do grupo X deixou Bangu, na zona oeste do Rio, no último domingo após decisão de sexta-feira do ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF). O juiz de plantão mandou cumprir a decisão e estabeleceu medidas cautelares. Bretas decidiu agora incluir a questão da fiança. Eike, alvo da Operação Eficiência, estava preso desde o fim de janeiro.
O juiz diz na decisão que Eike, assim como seu então "braço direito" Flávio Godinho, é acusado de participar de esquema de corrupção que teria se instaurado no Governo do Estado do Rio de Janeiro. Num único caso denunciado teria pago o valor de US$ 16,5 milhões em propina ao ex governador Sérgio Cabral. Em outro fato atribuído a Eike Batista, narra-se o pagamento de R$ 1 milhão em propina a Cabral, através de contrato fraudulento com o escritório de advocacia da mulher do peemedebista, Adriana Ancelmo.
O juiz federal Marcelo Bretas, da 7ª Vara Federal Criminal do Rio, decidiu nesta terça-feira (2) estabelecer fiança de R$ 52 milhões para o empresário Eike Batista continuar em prisão domiciliar. O pagamento deve ocorrer em até cinco dias úteis ou o empresário terá que voltar ao sistema carcerário.
O fundador do grupo X deixou Bangu, na zona oeste do Rio, no último domingo após decisão de sexta-feira do ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF). O juiz de plantão mandou cumprir a decisão e estabeleceu medidas cautelares. Bretas decidiu agora incluir a questão da fiança. Eike, alvo da Operação Eficiência, estava preso desde o fim de janeiro.
O juiz diz na decisão que Eike, assim como seu então "braço direito" Flávio Godinho, é acusado de participar de esquema de corrupção que teria se instaurado no Governo do Estado do Rio de Janeiro. Num único caso denunciado teria pago o valor de US$ 16,5 milhões em propina ao ex governador Sérgio Cabral. Em outro fato atribuído a Eike Batista, narra-se o pagamento de R$ 1 milhão em propina a Cabral, através de contrato fraudulento com o escritório de advocacia da mulher do peemedebista, Adriana Ancelmo.
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