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Açougueiro diz que matou passageiro em legítima defesa

O açougueiro Antonio Carlos Silva disse à polícia que matou Enéas para se defender, mas ele já havia esfaqueado um colega no açougue que trabalhava, no Politeama.
Autor confesso do latrocínio contra o servente Enéas Santos Santana, de 21 anos, o açougueiro Antônio Carlos da Silva, o Negão, 28, foi preso, no final da manhã de quarta-feira (24), durante ação conjunta do Grupo Especial de Repressão a Roubos em Coletivos (GERRC) e da Operação Gemeos da PM, numa via pública no Aquidabã.
Interrogado pelo delegado José Nélis Araújo, do GERRC, Antônio Carlos disse que não teve a intenção de matar Enéas quando lhe desferiu dois golpes de faca. Disse que apenas se defendeu do servente que o perseguiu, tentando reaver os objetos que havia subtraído dos passageiros de um coletivo, que trafegava na Avenida Luís Viana Filho, a Paralela.
Antônio Carlos foi apresentado à imprensa, na tarde de hoje, no auditório do edifício-sede da Polícia Civil, na Praça da Piedade, pelo delegado José Nélis e pelo capitão PM Edenilson dos Santos, subcomandante da Operação Gemeos, que contaram aos jornalistas os detalhes da prisão.
Poucas horas depois do crime, ocorrido no sábado (20), o GERRC divulgou as imagens do circuito de segurança do coletivo da empresa Integra, que fazia a linha Mussurunga/Barra, atacado por Antônio Carlos. Há cerca de oito meses, Antônio Carlos foi demitido do açougue Mil Carnes, no Politeama, onde trabalhava, depois de esfaquear um colega. Pai de sete filhos, com quatro mulheres diferentes, com as quais afirma se relacionar, ele foi indiciado por latrocínio. Ele já possui diversas passagens pela polícia por roubo. Informações do CN1*
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