Polícia Civil de Minas Gerais indicia o cantor Victor Chaves por agredir a mulher - Camaçari Aquitem - O seu portal de notícias de Camaçari e RMS

Header Ads

Polícia Civil de Minas Gerais indicia o cantor Victor Chaves por agredir a mulher


A Polícia Civil de Minas Gerais indiciou o cantor Victor Chaves, da dupla Victor e Leo, por agressão contra a própria mulher, grávida. Os investigadores concluíram o inquérito e acusaram o músico com base no depoimento da vítima e nas imagens de câmeras de segurança do prédio em que Poliana Bagatini relatou ter recebido chutes do marido, em fevereiro.

"Diante das provas coletadas, a PCMG concluiu pelo indiciamento de Vitor Chaves pela contravenção penal prevista no artigo 21, do Decreto Lei 3.688, vias de fato, conforme demonstrado no laudo pericial das imagens das câmeras de segurança do prédio e pelo depoimento da vítima", informou a polícia, em nota oficial.

A empresária, que ainda está grávida, prestou queixa contra o marido no fim de fevereiro, relatando à polícia que ele a jogou no chão e a chutou por "motivos fúteis". No boletim de ocorrência, consta que um segurança e a irmã do marido impediram Poliana de deixar o apartamento onde moravam após a briga, no bairro Luxemburgo, em Belo Horizonte. Ela só teria conseguido deixar o local depois que uma vizinha ouviu os gritos e a ajudou a escapar.

O laudo do Instituto Médico Legal constatou que não havia lesões aparentes no corpo da mulher. Apesar disso, a delegada Danúbia Quadros, chefe da Divisão Especializada no Atendimento à Mulher, ao Idoso e à Pessoa com Deficiência (Demid) de Belo Horizonte, aguardava a análise das câmeras de segurança para concluir o inquérito e decidir se denunciava ou não o cantor.

Victor Chaves nega a agressão, que resultou em seu afastamento da apresentação do "The Voice Kids", na TV Globo. Dias depois de denunciar o episódio, a própria Poliana publicou uma carta em sua conta pessoal no Instagram na qual defendia o marido e o isentava de tê-la agredido — em relato diferente do que contou às autoridades. Segundo a empresária, o fato de ter passado pelo exame de corpo de delito no dia seguinte à queixa serviria apenas para mostrar que não houve agressão. Nesta segunda-feira, ela apagou a publicação.
Tecnologia do Blogger.