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EUA tentam esclarecer confusão sobre frota destinada à Coreia

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Washington, 19 Abr 2017 (AFP) - A administração do presidente Donald Trump tentava nesta quarta-feira (19) esclarecer a confusão criada por informações contraditórias sobre uma frota de guerra enviada à península coreana na semana passada.

Em 8 de abril, a Marinha americana anunciou o envio de uma flotilha liderada pelo porta-aviões USS "Carl Vinson" em "direção ao norte", como "medida preventiva" para dissuadir a Coreia do Norte de lançar um eventual ataque contra os Estados Unidos.

"Estamos enviando uma frota. Muito poderosa", declarou o presidente Donald Trump na ocasião.

"Acredito que, quando um porta-aviões cruza a região assim, sua simples presença é, obviamente, uma grande dissuasão", afirmou o porta-voz da Casa Branca, Sean Spicer, no dia 11 de abril.

Na terça-feira, um oficial do Pentágono disse à AFP, porém, que a "frota" permanece diante da costa da Austrália, enquanto uma foto da Marinha mostrou o "Vinson" diante da ilha indonésia de Java, no final de semana passado.

Oficiais do Pentágono esclareceram que a frota não chegará à região da península coreana antes da próxima semana, acrescentando que há milhares de milhas náuticas entre o Mar de Java e o Japão.

Nesta quarta, Spicer tratou de esclarecer o tema, afirmando que "o presidente disse que a frota segue para a península (coreana). É um fato. Isso está acontecendo".

Em conversa com jornalistas na Arábia Saudita, o chefe do Pentágono, Jim Mattis, declarou que o Departamento da Defesa foi franco sobre a situação do "Vinson".

"Geralmente, não antecipamos os horários dos navios, mas eu também não quis jogar este jogo e dizer que não estávamos mudando o horário, quando, de fato, estávamos".

O porta-aviões "está a caminho, e vou determinar quando chegará e onde vai operar".

"O 'Vinson' será parte da nossa missão para garantir que estamos ao lado dos nossos aliados no noroeste do Pacífico", completou.

Washington subiu o tom em relação a Pyongyang e, após um teste de míssil (fracassado) no final de semana, o vice-presidente Mike Pence advertiu que a "paciência estratégica" dos Estados Unidos com a Coreia do Norte está chegando ao fim.
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