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De assédio do Fla a salário de R$ 250 mil: como Hernane deixou de 'brocar' e virou 'transtorno' no Bahia

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Hernane enfrenta as críticas da torcida e também nos bastidores do Bahia
O Bahia tem uma nova dor de cabeça após se livrar de Thiago Ribeiro e Renato Cajá: o seu principal nome, Hernane 'Brocador', 31 anos, entrou em rota de colisão com a torcida.
A relação entre as partes não era das melhores e se agravou ainda mais após a derrota de 2 a 1 para o Vitória no primeiro clássico Ba-Vi da temporada, no último domingo, na Arena Fonte Nova, em Salvador. Para completar, a crise ainda se estende ao cenário político do clube, que terá eleições presidenciais no fim do ano e recebeu questionamento recente por parte do pagamento a intermediários e seus cadastros no sistema da CBF.
A empresa Talents Sports, que tem o empresário Paulo Pitombeira à frente, foi citada nominalmente na última reunião de prestação de contas interna. Ela possui hoje quatro atletas no Fazendão: além de Hernane, o meia Régis, o zagueiro Lucas Fonseca e o atacante João Paulo Queiroz.
O diretor financeiro-administrativo do Bahia, Marcelo Barros, foi obrigado, inclusive, a se manifestar sobre a pauta no encontro.
Ao longo de 2016, conforme fluxo financeiro disponibilizado pela diretoria tricolor em seu site, o mês de julho foi o responsável pelo maior gasto com agenciamento: R$ 669.330 mil. Na ocasião, Brocador teve o seu contrato renovado até dezembro de 2018 e a compra de 30% de seus direitos econômicos.
No restante do ano, essa despesa superou R$ 305 mil apenas uma vez.
A discussão no Conselho Deliberativo não girou em torno especificamente do acordo, contudo. (espn)
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