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Experimento mostra que música certa faz exercício render mais (e outras atrapalham)

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A música dá ritmo – e ânimo – para a prática de qualquer exercício físico e, por isso, é comum que a maioria das pessoas esteja acompanhada de seus fones de ouvido na hora dos treinos. Mas, ainda além disso, um estudo concluiu que existe um tipo de música certo para aumentar o rendimento de quem pratica corrida – e outro que, ao contrário, pode atrapalhar e diminuir a intensidade do exercício.

Música para praticar corrida

A marca californiana de artigos esportivos Jaybird fez um experimento que apontou o gênero pop como o mais efetivo para dar um gás extra à prática da corrida. Uma entrevista do tabloide britânico Daily Mail com a psicóloga e coach Leanne Hall explicou que esse resultado, claro, está ligado ao gosto pessoal, mas que existe uma lógica por trás da efetividade do pop.

De acordo com Leanne, como as músicas pop tocam com mais frequência no rádio e em outros meios com os quais temos contato com maior frequência, é mais comum que saibamos cantá-las, o que tira o foco do cansaço do exercício e o transfere para a lembrança e reconhecimento da letra da música.

Além disso, o gênero tem um ritmo rápido e cadenciado, que ajuda o corpo a manter a atividade no ápice por mais tempo. Por esse último motivo, o gênero heavy metal vem logo atrás do pop, já que o compasso acelerado também “motiva” o corpo.


Piores músicas para ouvir durante o treino

Por outro lado, o experimento também apontou que determinados gêneros podem atrapalhar os exercícios. No teste, Leanne acompanhou durante cinco dias pessoas correndo ao som de diversos gêneros musicais e concluiu que reggae e ópera são os estilos que mais podem diminuir a produtividade do treino.

“O sentimento que a música transmite influencia muito. Música clássica, por exemplo, que nos deixa muito calmos, tem um compasso lento, o que ‘força’ o corpo a entrar nesse mesmo ritmo”, explicou a coach, que afirmou que é o mesmo efeito causado pelo reggae, que também é lento. De acordo com ela, quando a batida da música se aproxima da nossa cadência particular, conseguimos nos conectar melhor com o corpo e manter o rendimento.
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